4.7.14

Fav tracks of the week


Hello, hi, whats up tigers. Junkie week. So i decided: detox for me. I will try this next week meditate every day, write lots and eat healthy...Ye, and i can party, but i will drink water. Pretty fair. 
So, i'm stayin' at home most of time, and here is what I was into to this week.

PRETTY FAB (FAVS EVER):




EASY LISTEN:








Here is the soundcloud link
https://soundcloud.com/carolina-loff/sets/fav-tracks-first-week-of-july


LOVE
C



offline days actin' weird


And suddenly you know: It’s time to start something new and trust the magic of beginnings.


1.7.14

Fun Stuff Without Meaning

























HEAVY

Why God



When did I realize I was God? Well, I was praying and I suddenly realized I was talking to myself. I'm not trying to be atheist or something. I just think your mind can change everything. And if you want to be anything, you will. Stop praying and start to live your dream. Fuck off the rest or what people think. Be gentle and and greatfull with the others, even with the bad ones. Just don't let them bring you down, trust in yourself and embrace your weirdness! Your life your rules! (remember: you don't need to be a bossy fucking rude bitch to have what you want. Spreding love is the hottest way).

LOVE,
C

Jamie



Ye..you guys right..Maybe i should give more attention for my writing. I'm just overthinking about everything. Have lots to write. I'm just moving soon so you know that moment "waiting", ye, worst ever. So i'm trying sleep lots and drinking lots. But ye, doing this you can get tired and bored too. God bless music. I'm alive. That's what i'm into to the last week:










Keep Clubbin' tigers. 


11.5.14

Natural






As Buddha tries to teach us how to understand death, we have to understand when a cycle ends. Without anger or spirit loss, but with love, affection and patience to live free from fondness.


((by me, please dont copycat any of my notes without my name!!!!))

26.4.14

Loff Week

This title looks pretentious. Not the intention. I'm kinda faar from here because i was staying a few weeks in the black hole hostel, but now im totally fine, because if you are on the BHH is because you need see more things. So i went to the beach a few days and now i'm feeling better. I spent my April watching docs and weird movies, reading weird stuff too, so sometimes this can messy your brain. But here what i'm into it the last days with my opinion










Now what i listened the last weeks, hot stuff:












LOVE
C

16.4.14

Interview - Anne Podlecki


Eu conheci a Anne a uns 10 anos atrás quando nós tínhamos uma percepção rebelde sobre a vida e achávamos que eramos anarquistas. Não que isso tenha mudado, mas pelo menos hoje sabemos que apesar da vontade não somos anarquistas. A Anne é fotografa já a alguns anos mas de uns meses pra que ela vem se encontrado e se sentindo mais a vontade e verdadeira com os clicks que tem feito. Mas ninguém melhor que ela para falar sobre isso.



 C.L: Oi Anne, sabe que eu tenho uma curiosidade quanto a fotógrafos, muitas das fotos que fazem sucesso são aquele style velho mendigo em preto e branco, crianças da Etiópia passando fome com uma super edição, órfãos no parquinho em sépia. Cara isso me da um bode sem fim, não tiro a beleza de algumas delas de uma forma técnica mas pra mim é uma hipocrisia desnecessária. Eu estou sendo ignorante? Qual sua opinião?
A.P: Oi Carol! Então, eu acho que o documental e o fotojornalismo são, sem dúvidas, as vertentes mais importantes da fotografia, ambos tem como função mostrar pra gente, por exemplo, que mora em uma cidadezinha no sul da Brasil o que tá acontecendo do outro lado do mundo de uma maneira visual, de forma que a gente pode se identificar e se convencer de que aquilo é real. Eu admiro muito quem faz isso, especialmente em lugares nada bonitos ou seguros. Mas realmente, eu dispensaria a edição forçada de fotos assim porque fica contraditório né? Acho que a foto por si já é forte o suficiente, não precisa de um efeito dramático em cima.
C.L: E o tipo de foto que você faz hoje em dia, o que você busca com elas? Qual o ponto de partida da inspiração?
A.P: Eu sempre fotografei gente, sempre gostei de fazer retratos, documentar pessoas. Agora eu estou focando em fotografias mais cruas, retratos bem fiéis, então tirei a roupa e a maquiagem das pessoas e tento retratar elas da maneira mais natural possível e nos meus projetos pessoais, estou focando bastante em tentar criar uma sintonia entre o corpo do fotografado e o cenário. Concentrar nas formas e partes do corpo, tirando qualquer sexualidade da fotografia. Eu acho que eu ainda estou engatinhando, eu sempre acho que eu ainda to engatinhando, então não sei falar muito sobre o que eu fotografo, mas é sempre gente, e ultimamente tenho brincado bastante com formas do corpo.
C.L: Você acabou de se mudar para os Estados Unidos, você acredita que o cenário de fotografia por aí é mais interessante? Por que todo mundo legal sai do Brasil? 
A.P: Então Carol, eu acho que o problema é Curitiba, não o Brasil. Claro, o Brasil (não me leve a mal, eu amo o Brasil, samba, feijoada e tudo isso) é um país complicado pra sobreviver de qualquer arte porque o brasileiro adora arte, mas não gosta muito de aplicar dinheiro nisso. Mas o problema maior, no meu caso, é que Curitiba é uma cidade muito tradicional. Eu tinha bastante dificuldade de encontrar gente pra posar pra mim, porque o nu não é bem visto lá, não me leve a mal, eu tive modelos extraordinárias que confiaram no meu trabalho antes mesmo de eu ter qualquer idéia do que eu estava fazendo. Mas no geral é uma cidade complicada quando se quer sair da caixinha. Mostrar seios em Curitiba é uma coisa que causa NERVOSISMO nas pessoas que vêem as fotos, juro! Eu vim pros Estados Unidos pra estudar, em uma escola em San Francisco fundada pelo Ansel Adams (que é o meu fotógrafo favorito) e que ainda se baseia na fotografia analógica, o que é incrível pros dias de hoje né? E claro, o pessoal de SF é super pelado! Então espero produzir bastante enquanto estou aqui, ter menos "pudor" do que eu tinha que ter no Brasil, haha. E sim, o cenário da fotografia aqui é bem interessante, eu já conheci muitos fotógrafos com visões muito loucas e trabalhos muito diferentes, com certeza aqui a diversidade de artistas é infinita e ninguém tem medo de mostrar seu lado B em suas criações, pessoal não tem vergonha nenhuma, o que é lindo.


 C.L: Você acha que ao decorrer de um processo criativo e estudo a pessoa fica cada vez mais politizada e para de romantizar a sua própria arte?
A.P: Eu acho que evitar a "bitolação" da própria arte é um exercício diário Carol. Eu mesma, por exemplo, tive um hiato bem grande na fotografia, em 2012 e 2013 eu só trabalhei com campanhas e fotos institucionais, porque estava juntando dinheiro pra viajar e não recusava trabalho nenhum. Acabei fazendo muita foto que não tem nada a ver comigo e deixei de lado a prática de fotografar por prazer, de sair por aí com a câmera, e a mágica morreu, desanimei, minha câmera tava juntando pó. Foi só quando eu resolvi tirar minha analógica do armário que as coisas voltaram a caminhar. Eu acho que isso é a coisa mais importante que um fotógrafo pode fazer pra se manter fiel a sua visão, é lembrar de brincar, de ir pra rua com a câmera, é experimentar técnicas novas. Se fotografa com digital, experimenta fotografar com filme, se fotografa com filme, experimenta com a digital, ou com uma descartável (que também é muito legal). Se mantenha jovem na sua arte, lembre que apesar de ela ser seu ganha pão, ela continua sendo a maneira que você tem de expor sua opinião pro mundo, continua sendo a sua voz. Esquece o photoshop um pouco, experimenta novos ângulos, experimenta uma fotografia mais crua. Eu sempre acreditei que em qualquer área da nossa vida, o extraordinário acontece quando a gente sai da nossa zona de conforto, e isso vale pra qualquer artista, qualquer pessoa que de alguma forma emprega sua visão pessoal em criações de qualquer tipo. Fazer o que a gente ama E ganhar dinheiro é uma coisa incrível, mas é importante se reinventar, se manter com sede, continuar aprendendo, tentando, experimentando, não cair dentro daquela caixinha do politicamente correto, do "isso funciona, então é só isso que eu faço". E o mais importante, na minha opinião: estudar bastante, entender o por que de todas as regras técnicas da fotografia, MAS, fazer isso por um só motivo: quanto mais você entende de regras, com mais audácia você pode quebrar elas. 
C.L: Sei também que você já estudou moda, qual sua relação e opinião quanto a isso? Digo "isso" porque por aqui nós não acreditamos mais nessa balela.
A.P: Olha Carol, eu cheguei a estudar moda mas vi no começo que não era pra mim. Eu não consigo lidar com cores e estampas, são coisas que incomodam meu olho desde criança, tanto na rua, na vida quanto nas roupas que eu uso ou nas roupas que eu fotografo. Não me leve a mal, eu adoro roupas, tenho muitas amigas que trabalham na indústria e acho um processo lindo. Mas no meu trabalho, o que importa é a maneira como a roupa interage com o corpo de quem eu to fotografando e com o cenário do quadro, e meu gosto pessoal é bem orgânico. Eu não sou qualificada pra opinar em moda, pra mim e pro meu trabalho, um lençol branco funciona melhor do que qualquer Valentino.
C.L: Tem algum projeto que você pira em fazer e ainda não foi realizado? Pode contar pra gente?
A.P: Sim! Eu quero fazer um coletânea de nus masculinos logo. Tenho trabalhado bastante com nu feminino mas nunca fiz um masculino. A idéia é fazer um retrato dos homens com quem eu me envolver nos próximos dois anos, amigos, colegas de trabalho, namorados, etc. A fotografia pra mim tem muito disso, de recordação, muito do que eu fotografo é porque eu não quero esquecer aquele momento, ou aquela pessoa, ou aquele lugar. E eu gosto de corpo, gosto de cheiro, gosto de gente, sempre gostei de gente, então a idéia é fazer um diário mesmo, documentando os homens que de alguma forma passarem na minha vida. Esse projeto já tá no papel faz um tempo, mas eu acho que a mágica do nu vem de um lugar zero sexual, pra mim o nu perfeito é quando o fotógrafo (ou pintor, ilustrador, etc) consegue retratar um corpo como um objeto de trabalho, sem qualquer conotação sexual envolvida. Por isso eu nunca comecei na prática com essas fotografias, eu acho que ainda não estou em um nível de maturidade fotográfica onde eu consigo ver homens pelados da mesma maneira que eu vejo um fogão. Mas estou trabalhando nisso (haha), e se tudo der certo em um ano vou estar te mandando essas fotos prontas. Obrigada Carol, admiro muito seu trabalho e fiquei super feliz com o convite. 

~

A Anne acabou de lançar um site, você pode visitar ele AQUI.

 Demais, adorei.
xx,
C.L.

13.4.14

Yes, im feeling bored as hell



I spent the last weeks trying to not go out, drink and stuff. But this weekend i did. God...Here in brazil i feel so sad about the mediocre people(lots, all the time, all places), i know is pretty arrogant but come on...why the popular taste is so bad?????? Why the mediocre and bad is a huge succes? Comercial and easy, you dont need to think to understand. So bad. I think im gonna delete my facebook page because is to hurtfull  see this type of shit all the time.


Trying to stay cool.

xxx
C


7.4.14

Untitled



I try to be intuitive and flow with the stream of life, so I abandon the developed forms as soon as I notice their mismatch to my new experiences. Recently I am interested in the parallelism of the different realities, which are available simultaneously for certain events. For instance, in one “layer” we have well-known and established experiences, that are often outdated or irrelevant to the vibrant life. Next layer put on them the living thoughts and feelings that lead to new, more freely actions. I feel that this tension between the realities may be an interesting starting point for artistic and social studies. Context of space. Presented object belongs to something bigger, that determines or expresses it. Simultaneously, art form engages it in a specific game of illusion. Something belongs to the world of matter, most often a sensual element, and something is already a sign of belonging to a larger, undefined space.


21.3.14

Thursday Shots



A friend just introduce me to General Eletrikz this week, im totally addicted... So here some tracks and some photos from thursday.









A lovely weekend for all,
C.

19.3.14

PRSNT

This is a chillin' post. With any ambitions to be more.



"I feel that you shouldn't get involved in an intimate relationship
Until you are emotionally mature enough to handle it totally
Able to cope with your feelings and your sexuality
Without guilt, inhibition or phoniness
But with love, tenderness and honesty"













X,
C.